Incorporado ao evento, ações de sustentabilidade e comunicação serão desenvolvidas no CANJA. Com o apoio da SEMMA (Secretaria do Meio Ambiente), o Festival estruturou-se com olhar atento à questão ambiental. Todo o carbono gerarado durante o evento será neutralizado com plantio de mudas, antes mesmo dele acontecer.
"Para a execução do CANJA em Bauru, idealizamos o CANJA Verde, fazendo um cálculo estimado de carbonos e a ideia é plantar 65 mudas para realizar uma neutralização inicial" - explica a especialista em gestão ambiental, Maíra Miller, de Patos de Minas (MG) e Coletivo Peleja, que está auxiliando a equipe do CANJA na execução da ação. Maíra também estará em Bauru para ministrar a palestra, “Como reduzir a emissão de carbonos em eventos culturais”.
Outro fator interessante é a CANJA Colaborativa. Com o intuito de espalhar o CANJA pela rede e implementar um conceito de comunicação colaborativa, o Festival abrirá espaço para quem quiser fazer a cobertura do evento. Através de um formulário de cadastro online, o Enxame Coletivo - realizador do evento - mapeará interessados em produzir conteúdo, nas mais diversas linguagens: audiovisual, foto, texto, entrevistas, etc. Formada as equipes, serão montadas pequenas ilhas de edição em pontos estratégicos que recebem o CANJA, elaborando e publicando material na internet. O projeto completo pode ser acessado pelo blog CANJA Colaborativa.
